segunda-feira, 3 de outubro de 2011

O papa João Paulo fez crescer o número de católicos no Brasil e no mundo

Veja a evolução do número de católicos no Brasil e no mundo, conforme dados da ONU e IBGE: quando João Paulo II iniciou seu pontificado, a Igreja Católica tinha 757 milhões de católicos, ao fim de seu pontificado tem 1 Bilhão e 98 milhões de católicos. Nos Estados Unidos o número de Católicos saltou para 74 milhões (esse número é quase três vezes maior que o número de evangélicos no Brasil). No Brasil, quando o Papa João Paulo II assumiu, em 1978, tinha 85,5 milhões, agora tem 125 milhões de católicos. O Papa ampliou a presença da Igreja de 110 para 180 países. (Fontes: IBGE, ONU).(ver mais)


Fonte: http://www.bibliacatolica.com.br/blog/protestantismo/o-fim-dos-evangelicos/

Pia Súplica a São José

São José, roque a Jesus que venha à minha alma e a santifique.

São José, roque a Jesus que venha ao meu coração e o inflame de caridade.

São José, roque a Jesus que venha à minha inteligência e a ilumine.

São José, roque a Jesus que venha à minha vontade e a fortifique.

São José, roque a Jesus que venha nos meus pensamentos e os purifique.

São José, roque a Jesus que venha nos meus desejos e os dirija.

São José, roque a Jesus que venha nas minhas operações e as abençoe.

São José, obtende de Jesus o seu santo amor.

São José, obtende de Jesus a imitação de suas santas virtudes.

São José, obtende de Jesus a verdadeira humildade de espírito.

São José, obtende de Jesus a mansidão de coração.

São José, obtende de Jesus a paz da alma.

São José, obtende de Jesus o desejo da perfeição.

São José, obtende de Jesus a docilidade de caráter.

São José, obtende de Jesus um coração pura e caritativo.

São José, obtende de Jesus o amor ao sofrimento.

São José, obtende de Jesus a sabedoria das verdades eternas.

São José, obtende de Jesus a perseverança no operar o bem.

São José, obtende de Jesus a fortaleza no suportar a cruz.

São José, obtende de Jesus o desprendimento do bem desta terra.

São José, obtende de Jesus o caminhar na via estreita do céu.

São José, obtende de Jesus ser liberto de toda a ocasião de pecado.

São José, obtende de Jesus um santo desejo do paraíso.

São José, obtende de Jesus a perseverança final.

São José, faça que o meu coração não cesse mais de amar-te nem minha língua de louvar-te.

São José, pelo amor que tiveste a Jesus, ajuda-me a amá-lo.

São José, dignai-vos acolher-me como teu devoto.

São José, eu me dou a ti, aceita-me e socorre-me.

São José, não me abandone na hora da morte.

São José, dou-vos o meu coração e a minha alma.

(Três Glórias ao Pai)

terça-feira, 27 de setembro de 2011

XIV Cenáculo

VI Cenáculo das Crianças
http://www.jornaldopovo.com.br/site/videos_interna.php?idVideo=153633

sexta-feira, 2 de setembro de 2011

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Sem o amor, tudo o que fazemos é inútil



Que a nossa meta seja o amor! O amor cobre uma multidão de pecados, como ensina a Palavra de Deus. Jesus não quer que o vivamos de qualquer jeito, só da boca para fora. Deus não quer um amor fingido!


Amor fingido?! Isso existe?! Existe até demais! Nosso mundo prima pela aparência. Estamos numa sociedade muito frágil, que pôs os seus alicerces não na verdade, mas nas aparências.


Nesta sociedade, as coisas boas só valem a pena desde que sejam vistas, aplaudidas e tragam um retorno ainda maior para quem as fez. Isso não é amor, é comércio; e pode acontecer com cada um de nós se fizermos as boas obras esperando algo em troca.


O amor é gratuito. Não só é gratuito, mas nós o devemos a todos os que de nós se aproximam: "Não tenhais dívida alguma com ninguém, a não ser a de um amor mútuo, pois quem ama o seu semelhante cumpriu a lei" (Rm 13, 8-10).


Como termômetro da caridade devemos lembrar que é importante fazer o bem, mas ainda é mais importante querer o bem, que antes do "bem fazer" venha o "bem querer". Sem o amor, tudo o que fazemos é inútil; nossas boas obras podem até ser aproveitadas por alguém, mas a nós de nada servirão diante de Deus.


O amor precisa ser a raiz de tudo o que fazemos. Como é que Deus nos ensina a amar? Ele nos ensina muito concretamente: "Amarás o teu próximo como a ti mesmo". Nosso Pai está nos dizendo que para amar sem falsidade devemos fazer às pessoas tudo o que gostaríamos que alguém fizesse a nós e que não façamos aos outros o que não gostaríamos que nos fizessem.


Parece simples, mas a nossa velha natureza, marcada pelo pecado, reage mal a essa proposta. Por isso, não podemos buscar as forças neste coração meramente humano, precisamos buscá-las no coração divino, que Deus plantou dentro de nós.


Para amar assim só com um novo coração. Todo batizado tem este "coração novo", o que precisa é usá-lo, exercitá-lo. "Que vossa caridade não seja fingida. Aborrecei o mal, apegai-vos solidamente ao bem. Amai-vos mutuamente com afeição terna e fraternal. Adiantai-vos em honrar uns aos outros" (Rm 12,9).


Quando amamos de coração, o Espírito Santo, que em nós habita, é quem ama em nós. Por nosso intermédio passa o amor do próprio Deus. Nisso o nosso amor é diferente dos demais, por ser amor de Deus: Já não sou eu que amo, mas Cristo que ama em mim!






Márcio Mendes marciomendes@cancaonova.com
Missionário da Comunidade Canção Nova, formado em teologia, autor dos livros "Quando só Deus é a resposta" e "Vencendo aflições, alcançando milagres".